[Relato de Campanha] Savage Worlds: Fantasy

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[Relato de Campanha] Savage Worlds: Fantasy

Mensagem por Tabris em Seg Ago 23, 2010 1:16 am

Ae gente, resolvi vir aqui mostrar o resultado (de certa forma) do meu tópico anterior ( http://www.tpkbrasil.net/rpg-em-geral-f6/ajude-um-mestre-desiludido-t773.htm ). Decidi começar uma campanha de Savage Worlds em um cenário de fantasia que eu mesmo criei inspirado pesadamente em Dragon Age. Vou postar os resultados aqui e relatos da campanha. Mas para começar vou falar sobre a campanha e os personagens.



O pequeno Condado de Derafel é uma dos muitos estados semi-autônomos que constituem o Império de Tanusir. O minusculo estado fronteiriço pode parecer pouco importante mas em suas terras habita um mal oculto que pode se espalhar por todo o império.

Personagens dos Jogadores


Jogador: Dilson “Foguinho”

Raça
: Elfo [Elfo da Floresta]
Graduação: Novato (5xp)

Atributo: Agilidade d10, Sagacidade d6, Espírito d4, Força d8, Vigor d6
Perícias: Atirar d10, Cavalgar d6, Coragem d4, Escalar d4, Furtividade d6, Intimidar d4, Lutar d10, Notar d6
Carisma: 0 ; Movimentação: 6 ; Aparar: 8 ; Resistência: 7 (2)
Complicações: Tudo Certo, Heroico, Leal, Peculiaridade [Busca pela fama]
Vantagens: Ambidestria, Ataque Duplo
Equipamento: 2x Espada Longa, Arco, Elmo Fechado, Cota de Malha

Quando a decadência dos velhos impérios élficos levou a poderosa Hoste Ancestral, um grupo de poderosos espíritos protetores da raça, a abandonar seu povo os elfos se dividiram em incontáveis enclaves e pequenas nações. Alguns acabaram sendo escravizados pelos humanos, outros passaram a servir os espíritos da escuridão e se transformaram nos Elfos Negros. O povo de Himo encontrou novos protetores entre os espíritos ancestrais que defendem a natureza e as grandes floresta. Esses grupos de elfos geralmente são muito isolados mas Himo é diferente.

Himo sempre ouviu as histórias sobre os elfos que viviam em cidades humanas. Embora a escravidão fosse agora proibida em quase todas as nações civilizadas o preconceito ainda imperava e elfos ainda eram cidadães de segunda classe. Himo deseja mostrar a eles que podem fazer mais que isso e se voltar contra a sociedade que os oprime. Munido com seu arco certeiro e suas espadas gêmeas ele quer se tornar um herói conhecido e um exemplo a todos os elfos que sofrem sob o julgo humano de que ainda existe uma esperança para esse povo sofrido.


Jogador: Rafael “Bola”

Raça: Humano
Graduação: Novato (5xp)

Atributos: Agilidade d8, Sagacidade d6, Espírito d4, Força d6, Vigor d6
Perícias: Arremessar d4, Arrombar d4, Atirar d6, Curar d4, Escalar d4, Furtividade d6, Intimidar d4, Investigar d4, Lutar d12, Manha d4, Nadar d4, Notar d4
Carisma: 0 ; Movimentação: 6 ; Aparar: 8 ; Resistência: 7 (2)
Complicações: Inimigo (Maior) [Clã Brancaleone], Leal, Vingativo (Menor)
Vantagens: Alerta
Equipamento: Florete, Arco, Elmo fechado, Cota de Malha

Jacob sempre confiou em sua família e seu cartel e tanto no distante principado do sul onde morava quanto em toda a extensão do Império trabalhava como ladrão e matador de aluguel.

Um dia entretanto Jacob viu a tênue honra entre ladrões ser traída quando descobriu que o lider de seu clã comungava com demoníacos espíritos do mal e criaturas devoradoras de carne. Abandonando seu clã ele fugiu para o norte em busca de ajuda.

Jacob é um dos melhores esgrimistas do Sul e sua espada certeira, junto a suas habilidades ladinas o tornam um assassino habilidoso e guerreiro formidável lhe rendendo o título de "furta-sombras" um titulo que deixa qualquer batedor de carteira com as mãos trêmulas e pesadas quando ouvem que Jacob está pela cidade.



Jogador: Raphael “Nick Censurado”

Raça: Humano
Graduação: Novato (5xp)

Atributo: Agilidade d6, Sagacidade d12, Espírito d4, Força d4, Vigor d6
Perícias: Arcanismo d10, Conhecimento [Oculto] d8, Conhecimento [História] d4, Conhecimento [Religião] d4, Coragem d4, Furtividade d4, Investigar d4, Lutar d4, Nadar d4, Notar d4
Carisma: 0 ; Movimentação: 6 ; Aparar: 4 ; Resistência: 5
Complicações: Voto (Maior) [Destruir o Empírio]
Vantagens: Antecedente Arcano [Arcanismo], Mago
Poderes: Armadura, Raio, Medo, Jato (Ele devia ter apenas 3 poderes, vou pedir para ele corrigir isso na próxima sessão)
Essência (Pontos de Poder): 10
Equipamento: Cajado, Mochila, Saco de Dormir, Cantil, Martelo, Algemas, Lanterna, Óleo, Corda, Cavalo

A magia veio como uma tradição familiar para Sargon. Mas embora ele venha de uma antiga linhagem de magos poucos sabem dos feitos e habilidades de sua família. A família mantem seu conhecimento sobrenatural em segredo, temendo os sacerdotes e templários do Empírio, que em seu medo de ver um mago se tornar poderoso demais, investigam e destroem todo o poder ou conhecimento arcano que consideram perigoso, ou poderoso, demais.

A família de Sargon prefere não só manter suas práticas em segredo mas combater a própria religião das massas como parte do mítico Colégio Invisível, uma sociedade secreta de magos que pretende manter o conhecimento mágico e seus praticantes longe das mãos do Empíreo.

Ao encontrar uma profecia que falava de um grande poder mágico que iria despertar em Derafel o mago partiu apressadamente para lá, procurando conhecimento que possa ajuda-lo em sua luta contra o Empíreo.


Jogador: Carolina

Raça: Rakshasa
Graduação: Novato (5xp)

Atributos: Agilidade d8. Sagacidade d6, Espírito d6, Força d8, Vigor d6
Perícias: Atirar d6, Escalar d4, Furtividade d6, Lutar d8, Nadar d4, Notar d6, Rastrear d6, Sobreviver d6
Carisma: 0 ; Movimentação: 6 ; Aparar: 6 ; Resistência: 7 (2)
Complicações: Sede de Sangue, Forasteiro, Excesso de Confiança
Vantagens: Primeiro Ataque, Garras [For d6]
Equipamento: Espada Longa, Cota de Malha

Para muitos os Rakshasa são lendas contadas para assustar crianças, brutais demônios felinos que atacam a noite e causam carnificina por onde passam. A história não podia estar mais longe da verdade.

Os Rakshasa foram criados pelos elfos ainda na sua Era Dourada, através da experimentação mágica em animais. Ao tentar aprimorar seus animais de serventia e estimação para melhor desempenharem suas funções os elfos inadvertidamente deram a eles forma humanoide e inteligencia humana. Para os elfos ainda eram animais e serviram como escravos até o fim dos impérios élficos. O medo e preconceito fez com que a raça fosse sendo destruída aos poucos. Em nossos dias apenas poucos enclaves existem, escondidos e espalhados pelo mundo.

Os Rakshasa são uma raça isolada e assim Valquiria viveu até o dia em que voltando de uma viagem descobriu que toda a sua tribo havia desaparecido. Sua única opção foi seguir para Porto Derafel, a cidade humana mais próxima.

Comentário do Mestre escreveu:O grupo em parte ficou bem organizado e definido. Todos os PJs tem personalidades bem definidas e diferentes e histórias da onde posso tirar bons ganchos. Não é que não existissem algumas surpresas mas eu tenho a filosofia de evitar ao máximo barrar algo que um jogador cria ou que se anima em por, eu prefiro modificar um pouco e adaptar ao cenário mais do que qualquer coisa. Todos os personagens tiveram elementos que me surpreenderam, oq eu acho muito bom, afinal RPG só existe de forma cooperativa. Dois jogadores entretanto fizeram escolhas que me chocaram no inicio mas que acabaram cirando elementos novos no cenário.

O Rafael criou um perosnagem que tem um sobrenome italiano e fez parte de cartel criminoso. O nome me destoava muito do cenário do jogo mas com o tempo decidi que no sul, além da fronteira do império existem diversos principados mercantes, sempre em guerra por poder. Nesse ambiente grupos de mercenários e assasinos são muito comuns e contratados pelo estado. Os Brancaleone são só mais um deles. Eu tento imaginar esse estado como uma mistura da Veneza renascentista com a própria Itália medieval, a cidade de Porto Livre da Green Ronin e a Antivia de Dragon Age.

Quando eu criei o cenário imaginei que só existiam elfos, meio-elfos, humanos e anões mas disse que quem quisesse pegar outra raça eu tentaria encaixar no cenário. A Carol estava revirando o Fantasy Companion e se interessou por uma ilustração de uma raça que eu nem lembrava que existia, os Rakshasa. No inicio eu pensei até em proibir mas eu lembrei de um dos cenários oficiais de Savage Worlds, o Sundered Skies, onde uma raça semelhante existe, os Wildlings. Eu peguei o background dos Wildlings, misturei um pouco com os Shifters de Eberron e consegui encaixar a raça no cenário sem parecer muito high fantasy. Acho até que ficou um elemento diferente e exótico para separar de outros cenários clássicos.

Depois de terminar de mestrar comecei a imaginar que os Rakshasa (Apesar do nome) teriam uma cultura com elementos tanto da versão real como romantizada das tribos da africa central. Algo que eu posso explorar mais tarde.

Finalmente, no próximo post (amanhã provavelmente) vou falar um pouco de como foi a primeira (e até agora unica) sessão.


Última edição por Tabris em Qui Ago 26, 2010 10:41 pm, editado 1 vez(es)
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Re: [Relato de Campanha] Savage Worlds: Fantasy

Mensagem por Tabris em Ter Ago 24, 2010 11:40 pm

Sessão 1
Parte 1 de 2 - Mistério na Colina dos Mendigos



Valquíria pisou na terra batida, esmaga como que sufocada pelos muitos pés humanos, os olhos da multidão a encaravam. As bocas cochichavam medo e raiva. Ela havia evitado o contato com os humanos por muito tempo mas agora não havia outra opção. Seu povo havia desaparecido sem rastros e ela precisava fazer algo, os humanos talvez soubessem alguma coisa. As pessoas não davam respostas, a olhavam com desdem ou com medo, a chamavam não de mulher mas de criatura, o sangue fervia em suas veias mas elas se manteve calma e seguiu até o templo. Ela podia nunca ter entrado em uma cidade humana mas sabia que era um local de adoração, nas escadas encontrou com um homem de manto. O arconte sabia pouco e Valquíria discernia menos ainda entre suas tentativas de converte-la ao Empírio, a religião dos humanos. Ele comentou sobre elfos mortos de forma estranha, Valquiria pouco se importava, foram os elfos que a muito tempo criaram seu povo e o escravizaram, não nutria amor pelos humanos, mas por elfos menos ainda. Ela seguiu para aonde o homem indicara, muitos olhos a seguindo, entre eles os de um elfo e um humano em especial.



Um arconte. Arcontes são a casta mais baixa
entre os sacerdotes do Empíreo.

Himo desdenhava o distante deus humano, felizmente o seu companheiro humano, Sargon, também. Os espíritos estavam lá, e os teurgistas podiam interagir, sentir e ver os espíritos em seus rituais. O deus dos humanos não, ele estava sempre longe, um passo mais distante, presente apenas em magias que não eram diferentes para ele das dos magos. Sua respiração transpirava seu ódio conforme seguia a Rakshasa, saída diretamente das lendas do passado glorioso do seu povo, não por causa dela, mas devido a seu destino.

Os portões eram madeira maciça, de boa qualidade, com trancas e dobradiças de aço bem forjado, o guarda alertou Sargon de "bandidos elfos" quando entraram, mas o que se via além era a miséria. Velhas casas de madeira se amontoavam umas sobre as outras, ruas enlameadas eram repletas de figuras com roupas simples, indo de um lado a outro enquanto faziam serviços aos humanos, nos cantos sob a sombra das casas figuras magrelas em roupas carcomidas faziam suplicas ao Empírio por um pedaço de pão e um bom emprego. Aquele era sua raça, ou o que os humanos fizeram com ela, aqueles eram elfos das cidades humanas. Valquíria conversava com o ancião sob uma grande arvore que parecia sagrada, um único lembrete da cultura de seu povo. A arvore estava em frente a uma capela do Empíreo onde um Arconte, elfo como todos ali, pregava aos fiéis, até o templo era muito inferior ao do centro da cidade. Aquilo era um alienato, um gueto élfico na cidade humana.

Himo voltou o rosto a um velho elfo, que falava com certa dificuldade, ele mostrava a todos uma tira de pele que parecia de um animal, mas Himo logo notou que era igual a da Rakshasa. O senhor acusava a tribo de Valquíria de matar os elfos. Valquíria temia por seu próprio povo. Munida da informação de que a tira de pele fora encontrada em uma colina próxima, a Rakshasa foi até lá. Himo e Sargon a seguiram e ela tentou despista-los, mas eles sabiam para onde ela ia e simplesmente foram a sua frente. Os papéis então se inverteram e a guerreira Rakshasa seguiu seus rastros, observando-os ao longe.


Um alienato, o bairro élfico em uma cidade humana

Na colina não havia muito o que se ver, manchas de sangue a muito seco existiam sobre a grama, qualquer corpo que ali foi achado havia sido levado a muito. Sargon e Himo não sabiam o que fazer, o mago já pensava em voltar quando o elfo falou que ouvia algo chegando. Olhando para baixo Sargon viu um grupo de velhos homens vestindo trapos subindo a colina e se aproximo. Os senhores diziam só querer descansar antes de continuar viagem, pediam por comida, estranhamente enfatizavam querer carne. O grupo estranhou e os pressionou com perguntas, cada vez o grupo caia mais em contradição. Sargon viu os olhos estranhos hipnoticamente fitando os dois e sabia que algo sobrenatural estava acontecendo mas não sabia o que, a tensão crescia lentamente e o mago já revisava mentalmente as palavras para um feitiço e proteção, mas não foi o que conversava com eles que atacou primeiro, distraidos com ele a dupla se assustou com o grito. "EU PRECISO DE CARNE!" gritava a criatura, saltando sobre o mago com a boca aberta, revelando muitos dentes pontiagudos e cortantes, triangulares como os de um tubarão. A batalha havia começado.

Valquiria não se importava com os humanos, subiu numa arvore e observou ao longe. O mago, agora ela sabia seu segredo, lançou sobre si um feitiço de proteção, cobrindo seu corpo com uma armadura negra que se expandiu como sombras subindo por seu corpo. Os carniçais se lançaram sobre o mago, mas a armadura o protegia de suas bocas e garras. O elfo puxou um arco e preparou uma flecha, mas o que viu em seguida o fez exitar em atirar. "Rylear daath aktul!" gritou o mago e as sombras na terra e a escuridão do anoitecer se ergueram em figuras de medo e desgraça e naquele momento mesmo aquelas criaturas não-vivas sentiram medo. A maioria delas correu ao encarar a imagem de poderosos mestres obscuros que um dia ainda clamariam suas almas, quando a magia se esvanecesse e sofressem sua ultima morte. Apenas um se manteve no lugar, a fome sobrepujando o medo e a razão. Uma flecha certeira e uma lança da própria substancia da sombra a penetraram e logo ela caiu. Valquíria desceu da arvore e imobilizou um deles que para seu espanto carregava a pele de um Rakshasa. Naquele momento entendeu o que acontecera.



Os carniçais que Himo e Sargon enfrentaram na colina

As garras de Valquíria estavam na garganta do monstro, sua boca próxima a seu pescoço, ela nem pensava em usar a espada, arrancaria seu coração com as próprias mãos se fosse preciso. Mas ela não podia, ela precisava saber mais. "EU TENHO FOME! EU PRECISO DE CARNE!" era tudo que o carniçal gritava mas com esforço Valquíria arrancou algo mais dele, gritos incoerentes, balbuciados em meio a gritos de fome, "O rei! Eu sirvo o rei! O rei está em mim! O rei está em mim!" ele gritava. Valquíria o estripou com as próprias mãos, tal era o seu ódio e a raiva pelo que a criatura fizera. Ela notou uma corrente no pescoço da criatura com um simbolo antigo. Uma única pista de quem a criatura realmente servia.

Comentário do Mestre escreveu:O grupo difícil de juntar! Os jogadores do Sargon e do Himo pediram para se conhecerem e eu concedi, mas logo de cara deu para notar que eles, estavam desenvolvendo uma rivalidade com a Valquíria, e olha que isso foi antes do jogador do Jacob chegar na sessão.

E quanto ao combate acabou rápido mesmo, boa parte disso foi por que os carniçais eram, em termos de Savage Worlds, Extras corriam em panico falhando no teste de medo. Um Wild card (um personagem principal) ficaria apenas abalado. Finalmente eu acho que essa parte da sessão serviu para apresentar elementos básicos do cenário, o encontro com os carniçais foi feito para dar uma quebrada no pensamento D&D. O toque deles não paralisava, a aparência era quase humana e eles falavam de forma razoavelmente coerente. Bem diferente dos carniçais de D&D. Também era para ser uma espécie de "tutorial". Nisso acho até que funcionou bem.

Momento Bizarro: Valquiria para ao notar que está sendo seguida e reclama com Himo e Sargon por isso. Ambos seguem na frente e ela vai atras. Eles passam a falar que na verdade é ela que está seguindo eles, são tão insistentes que eu acho que até eu e a jogadora quase acreditamos neles.


Última edição por Tabris em Qua Ago 25, 2010 12:09 pm, editado 1 vez(es)
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Re: [Relato de Campanha] Savage Worlds: Fantasy

Mensagem por Renato de Recife em Qua Ago 25, 2010 5:42 am

Tabris escreveu:


Que miniatura é essa?
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Re: [Relato de Campanha] Savage Worlds: Fantasy

Mensagem por Tabris em Qua Ago 25, 2010 7:18 am

Renato de Recife escreveu:
Tabris escreveu:


Que miniatura é essa?
http://cart.blackorc.com/index.php?main_page=product_info&cPath=70&products_id=267&zenid=eb33e85dcda94b7f123e12b9b0bd12da

Como eu disse em outro tópico, nem só de DDM vive o rpgista.

Repara q a imagem é a mesma do site pq eu ainda n comprei a mini. POr enquanto agente tá usando um lobisomem de Horror Clix, mas eventualmente eu vou comprar e pintar no estilo da personagem.
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Re: [Relato de Campanha] Savage Worlds: Fantasy

Mensagem por Renato de Recife em Qua Ago 25, 2010 7:27 am

Viajei nessa mini hehehe Very Happy vou começar a dar uma sacada em minis que não sejam de D&D e Star Wars.
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Re: [Relato de Campanha] Savage Worlds: Fantasy

Mensagem por Tabris em Qua Ago 25, 2010 7:39 am

Renato de Recife escreveu:Viajei nessa mini hehehe Very Happy vou começar a dar uma sacada em minis que não sejam de D&D e Star Wars.
Só lembrando uma coisa, minis assim não vem pintadas, e a base tb não vem com essa grama. Cabe a pessoa pintar como quiser
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Re: [Relato de Campanha] Savage Worlds: Fantasy

Mensagem por Zamora em Seg Ago 30, 2010 1:09 pm

Eu gostei da história. Quero a continuação! Cute
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Re: [Relato de Campanha] Savage Worlds: Fantasy

Mensagem por Tabris em Seg Ago 30, 2010 1:19 pm

Zamora escreveu:Eu gostei da história. Quero a continuação! Cute
Obrigado. Vou ver se essa semana posto a parte 2. Esse final de semana agente n jogou e no próximo n sei se vai ser essa campanha ou nossa campanha d D&D 3.0, então talvez demore um pouco depois da próxima atualização.
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Re: [Relato de Campanha] Savage Worlds: Fantasy

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