Sessão 1: Piloto

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Sessão 1: Piloto

Mensagem por Arquimago em Ter Fev 24, 2009 2:50 am

Apesar de dos avisos eu fui e ouvi o que não queriam.... e gostei! O audio estava muito bom! Mesmo no auto falante do meu celular rodou direitinho, dando para ouvir praticamente 98%.

Olha vou ser franco não sei qual o problema com essa seção tirando a duração. Ta certo, foi dispersa, a pauta foi seguida sem tanto planejamento como nos outros, mas serve como forma de avaliação mostrando a evolução de vocês, não se deve negar o passado, aprender com ele, é parte da origem do podcast, afinal quando crianças também não somos de todo brilhantes e ainda sim devemos lembrar o passado, afinal no mínimo para aprender ele serve!

Mas indo a parte util e interessante.

Percebi vários temas que podem ser tratados em futuros podcasts:

Primeiro, personagem maus, esse é um tema muito interessante, colo lidar com eles na mesa, como criar aventuras para eles, se vale a pena jogar com eles, que tipo de jogador/mesa pode ter personagens maus, porque é um tema tão polemico??? Essas e outras questões dariam um bom podcast, inteiro, tanto voltado para o Narrador quando para o jogador, quem sabe até falando de cenários onde se é o anti-herói(que por si só pode ser outro tema, afinal o anti herói não precisa ser mau).

Não sei se veio com o tema de Pj maus, ou de outra coisa que falaram(acho que foi outro tema), um sobre o que seria ética, moral, sus diferentes interpretações, jogos onde aparecem, sabe aquilo de no vampiro sair matando é algo que te leva a besta, mas em um jogo de máfia isso é normal e os Pj não se importam tanto com isso. Acho que seria legal, a preparação para um jogo com Temas Delicados, não só os dois que falei, poderia ser até sobre racismo, aborto, entre outros, mas é que cada tema desses poderia dar um podcast. Porem para serem mais genéricos, poderia ser um só com temas gerais. A lembrei foi sobre o paladino "mau" do Netão, da 4ED, foi ai que me ocorreu isso, e também sobre o Pj do Marcelo que matou os guardas do portão, só porque eles foram mal educados com eles.

Outro tema seria as experiencias de vocês com seus vários grupos, tipos de jogadores grupos, a mudança da cidade grande para o do interior, um levantamento dos estilos de grupos pelo pais e talvez pelo mundo, sabe estereótipos de jogadores mais comuns, algo assim.

Como começaram a mestrar e a evolução de vocês nesse tempo, o que fizeram de certo e de errado com os grupos que tiveram, já que cada grupo tem um estilo de jogo. Na seção que vocês criaram as aventuras isso apareceu um pouco, mas nem tanto e lá não teve dicas para mestres iniciantes, sobre a arte de narrar/mestrar mesmo, muitos mestres ficam perdidos no começo e acho que seria legal dar dicas e orientações para eles.

Não sei se isso daria um podcast, mas a historia de jogar com você mesmo e principalmente de jogadores que entram demais nos Pj seria interessante de ser abordado, não só no RPG, já que a vários anos atrás tivemos até um crime envolvendo atores da Globo com isso, de confundir realidades. Já que o Rodolfo é pisicologo a discussão poderia render muito. E também poderia ser trado de Pj louos, mas acho que isso entraria em outro tópico.

Tipos de Personagens, sabem falar sobre tipos personagens icónicos, o guerreiro burro, o mago sábio, o explorador, onde esses tipos aparecem, porque são úteis, ou inuteis dependendo do cenário, ambientação, tom e tema do jogo. E também do problema do jogador que faz o PJ nada a ver.

Ou outro podcast somente sobre Porque os Jogadores Fazem isso?!?! Porque meu deus?! Sabe as bizarrices que os mestres tem de lidar, como sair de saias justas criadas pelos jogadores, há habilidade do mestre dar pulos de gato durante o jogo. Poderia ser um rema interessante.

E já quase esquecendo(estava quase enviando, ou seja voltei ao corpo para digitar isso lol! ), um episódio sobre Shadowrun, Castelo Falkenstein, Paranóia, O Senhor dos Anéis, Cyberpunk(na verdade GURPS e seus cenários), mais os de Shadowrun, Castelo Falkenstein, Cyberpunk eu gostaria muito de ouvir vocês falando, como fazem com os do AD&D, o Castelo de Falkestein e o Cyberpunk eu tenho mas não li tudo(falta de tempo e interesse, já que sei que dificilmente jogarei), e tenho curiosidade sobre eles! Acho que não sou o único!



Não lembro se tenho mais alguma sugestão, acho que são só estas...

Me desculpem se não devia ter tocado no assunto, criado um tópico e ouvido o podcast. Mas no final não entendi porque não gostaram dele, tem muitas cosias interessantes, varias sementes, e já mostra o jeito de vocês e a futura qualidade que viria logo adiante, foi um excelente começo!!!

Ps.: Também leio os livros de forma tradicional do começo ao fim, mas se não vou jogar ou narrar logo pulo algumas cosias, como os "talentos", poderes e coisas muito especificas ficando só com o geral(mas acabo lendo tudo mesmo, só pulo se não tenho tempo, ou logo vou mestrar/jogar e dai pego a base e depois aprimoro). Apesar que não chego a ponto de ler os playtestes.

Eu gostei do que ouvi, é um episódio para se ter carinho, como lembrança do começo, e espero que tenham gostado das sugestões, minha intenção foi dar uma visão mais positiva do episódio, e temas para futuros podcasts!

Ps2.: Ainda bem que copiei como o Marcelo ensinou, ele pediu meu loging novamente, ficaria muito frustado se tivesse que digitar tudo de novo(se é que ia conseguir).cheers cheers

Abraços!!!


Última edição por cimmerian em Sex Mar 06, 2009 8:30 pm, editado 1 vez(es) (Razão : título)

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Re: Sessão 1: Piloto

Mensagem por Netão em Ter Fev 24, 2009 9:48 am

Nossa Rubens, que bom saber que alguém gostou do episódio 1. lol!

Eu tenho alguns problemas com aquele episódio, o primeiro deles é que ele não foi feito como se fosse um podcast ! Estava marcado um jogo de D&D 4ª, mas como metade do grupo faltou, não iria dar mais para jogar. Foi nessa que o Marcelo deu a idéia de gravarmos algo e colocar na net.

A princípio, eu achei que aquilo seria mais uma brincadeira, que nem quando você faz um blog só porque todo mundo tem, mas não atualiza ele mais (experiência própria). Seria algo só para passar a noite de quarta-feira.

O segundo problema é que falamos coisas demais. Não tínhamos muita noção do que falar e como falar, então falamos de tudo sem foco em nada. Basicamente, foi uma conversa de bar no alto da Lagoinha Razz.

O terceiro problema é o som em si. Gravamos usando celular, então parece uma ligação telefônica, e como o Rodolfo fala muito baixo, tem muitos momentos que não dá para ouvir ele, ou o som fica estourado porque o Marcelo teve que aumentar o volume no máximo.

Eu concordo com todo mundo, o primeiro episódio é para ver a evolução do podcast, mas isso é que nem fogo... não precisa botar a mão para saber que ela vai queimar afro

Se bem que o Marcelo já disse que quanto mais eu falo, mais as pessoas ficam curiosas e escutam jocolor
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Re: Sessão 1: Piloto

Mensagem por Arquimago em Ter Fev 24, 2009 6:26 pm

Sim o Marcelo tem razão! Parece que o que não pode é "melhor". :flower:

Nossa não sabia desses detalhes, interessante saber a origem!

Agora sobre o som por algum motivo eu ouvi muito bem como disse, foi 98% de audição perfeita no meu celular.

Não pareceu nada não programado, o Marcelo até fez umas perguntas.

Mas acredito que mais gente gostou do 1! Tenha certeza!!! lol!

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Re: Sessão 1: Piloto

Mensagem por Allian em Ter Fev 24, 2009 7:24 pm

se eu não tivesse gostado do um eu não estava aqui né. concordo que entre todos ele não foi o melhor, mais ficou longe de ser ruim ou mesmo mediano. ficou bom de verdade. claro que comparado com as obras primas que temos atualmente fica dificil chamar qualquer coisa de boa.
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Re: Sessão 1: Piloto

Mensagem por Chico em Qua Fev 25, 2009 12:16 am

Se eu for descontar o spoiler do Fizban (que foi um desastre, eu estava no final do Dragões da Noite de Inverno quando ouvi...), o episódio ficou bem legal! Já ouvi umas 4 vezes. Sempre noto algo interessante que não tinha percebido antes! HAHA

'later!
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Re: Sessão 1: Piloto

Mensagem por Allian em Qua Fev 25, 2009 12:34 am

Chico escreveu:Se eu for descontar o spoiler do Fizban (que foi um desastre, eu estava no final do Dragões da Noite de Inverno quando ouvi...), o episódio ficou bem legal! Já ouvi umas 4 vezes. Sempre noto algo interessante que não tinha percebido antes! HAHA

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lucky me, quando ouvi eu tava começando o age of twins Rolling Eyes
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Re: Sessão 1: Piloto

Mensagem por Doug Alves em Qui Fev 26, 2009 11:02 pm

A Alian mas se vc quiser eu mando um spoiler pra vc hauhauhauahu

Alais perai,

Time of the twins
War of the twins
Test of the twins,

pera pera pera que porra de AGE OF THE TWINS é esse , OH MY GOD
preciso achar esse livro hauhauhauha brincadeira a parte
Meu o que eu gostei no primeiro epísodio foi a leve pincelada em metajogo, alais acho que é um tema pra ser mais explorado em um episodio
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Re: Sessão 1: Piloto

Mensagem por Allian em Qui Fev 26, 2009 11:29 pm

time of twins, erro meu x.x
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Re: Sessão 1: Piloto

Mensagem por Lauriston em Qua Abr 08, 2009 9:11 pm

Cometário Parte 1

Finalmente parei para ouvir o Episódio inaugural (Piloto) do Vozes da terceira terra. Muitos aspectos que seriam relevantes outrora, hoje não tem importância em sequer serem mencionados. Por isso vou poupar-nos de certas redundâncias.
Este primeiro podcast norteia muito bem o que viria a ser um formato de podcast mais consolidado. Não observei nenhum elemento que fosse ao mesmo tempo revolucionário, original e exclusivo. Apenas posso dizer que o podcast era bastante fluido. E quando digo fluido me refiro a movimento não a volatilidade. Voláteis os podcasts do Vozes nunca foram. Mas também é preciso ressaltar que mesmo existindo todos os elementos que tornaram o podcast de vocês um sucesso de crítica os mesmo estão dispersos, embaralhados, intercambiáveis, interferentes e interseccionais. E isto viria a gerar personalidade em seus áudios, como também um pouco de mal estar para alguns que estão mais acostumados a certos tipos de formalismos e linearidade de pensamentos. Eu, particularmente, tenho um pensamento muito pouco linear por vezes sinto que o tom de conversa de vocês fica meio acadêmico. Mas isto deve ser fruto de uma bagagem histórico-filosófica-rpgística ampla que favorece uma relação cult com os elementos que compõe a narrativa.
Curiosamente vocês acabaram utilizando um recurso que o Marcelo cita no podcast quando o assunto é a apresentação do cenário de campanha. Ele falava justamente que algumas vezes um cenário era apresentado ao longo das sessões de jogo. E foi isso que aconteceu com o Vozes. Tantos o cast foi apresentado com o tempo, como os próprios objetivos foram amadurecendo com a sequência do trabalho. Isto porque não percebi aquela apresentação formal que acontece algumas vezes em outros veículos. As únicas informações que ficaram exibidas de uma forma mais sólida foram as que compunham o histórico Rpgístico de cada um. (Em menor proporção para o Rodolfo).
Creio que tive muita dificuldade no início do RPG porque estava sozinho. Não sabia o que era o jogo e não tinha grupo onde eu pudesse me encaixar para aprender. Isto pode ter favorecido à construção de um DM meio fechado, de grupo muito seleto, como sou. Mas nunca fui um Mestre amarrado, daqueles que somente jogam com aventuras prontas e seguem a risca até mesmo os erros de português das publicações. A experiência da Total Extermination de meu primeiro grupo me deixou muito transtornado. Não possuía o feeling, o tato necessário para saber me sair das situações que eu mesmo havia criado. Coisa que vemos na sessão de 1º de abril de 2009: o Marcelo “salva” o personagem do Netão que havia sofrido muito dano por conta da exagerada sorte dos soldados.
Depois do extermínio eu passei a criar em cima das aventuras prontas até que me libertei delas, usando-as como fonte de inspiração (como citei no post que publiquei no Rolando20). Eu criava as aventuras, digitava tudo direitinho e desenhava os mapas. Guardava em meu 233, imprimia e ia para a sessão. Um jogador meu, demonstrava muita percepção das coisas na aventura que jogávamos e uma intuição incomum. Não me preocupava exatamente porque a aventura era minha, não tinha como ele conseguir as informações pertinentes. Engano meu. Este jogador, sorrateiramente, havia aguardado um vacilo meu e encontrando a pasta onde eu salvava a aventura, tratou de imprimir tudo. Ele levou as folhas precisas para casa e as colou embaixo do guarda-roupa. Assim, aos domingos, antes da hora marcada da sessão ele estudava o quanto podia a aventura, para assim estar ciente de acontecimentos, contatos, eventos, encontros, itens e tudo mais. O que eu fiz quando descobri? Tratei de mudar tudo novamente, sem nem mesmo avisar aos outros o que havia acontecido. Não queria de repente gerar um mal estar no grupo. Interessante que certa vez, quando descrevi o interior de uma sala de forma diversa a que havia escrito no arquivo original da aventura, este jogador pensou alto: ta errado... Não era isso que tinha aí dentro.
Não sou adepto de aventuras prontas. Meus jogadores podem ler o que quiserem. Se RPG é diversão, não creio que as pessoas que intencionalmente fazem espionagem rpgística em busca de certas vantagens favoreçam a diversão do grupo. Quando o desafio passa a ser a busca por informações exclusivas do Mestre o jogo já era.
Jogadores conhecedores da história do lugar onde se passa a aventura (ou que tenha relevância para o transcurso da mesma) é tão trabalhoso de administrar quanto jogar em um cenário contemporâneo. A familiaridade que certos jogadores possam ter com os cenários pode vir a inibir o Mestre a desenvolver um estilo mais livre. Nesta situação o Mestre pode estar incitando o surgimento de um advogado de regras que partirá para corrigir até mesmo a teogonia do lugar. O que deve ser feito sempre é a inclusão de elementos fortes e próximos, que venham a forçar uma focalização dos jogadores em ações imediatas importantes. O uso da gaiola de vidro assume maior rigor, amenizando muito o uso do conceito de trilhos. Quando restringimos o espaço de atuação dos personagens-jogadores acabamos por limitar também as vantagens do conhecimento dos cenários. Claro que tudo isto deverá ser realizado de forma muito sutil. E ainda existe sempre a possibilidade de por em prática outro conceito descrito no episódio de Cenários Contemporâneos. A realidade do Mestre poderá ser diferente da realidade consensual, mesmo num ambiente fantasia. (Como no caso do jogo no ambiente Star Wars onde os jogadores são os protagonistas... Luke está morto!)
Acho que deve ser mal dos DM’s novatos quererem agradar ao extremo os jogadores. Isto deve surgir a partir de um certo medo que o grupo desintegre. É normal. Mas deve-se procurar um ponto de equilíbrio sempre. Um jogo onde só ocorre o que o DM quer é um porre! E tenho visto inúmeros casos assim por estas bandas. O DM tem poder demais e ainda quer humilhas os coitados dos jogadores... Deve procurar surpreender sempre. É muito chato assistir um filme onde nas primeiras cenas deduzimos o final e acertamos. No RPG vale a mesma coisa. Os jogadores irão ficar espertos se o DM inicia um roleplay de eventos em que antes não era necessário. Isto lembra uma dificuldade, na verdade um erro, que surge no teatro, quando por deficiência de atuação ou direção, um ator entrega para a platéia a sua marca cênica. Se o DM sempre agrada os jogadores em tudo e começa a querer encurtar as rédeas, isso sim, poderá gerar um afastamento. Riqueza, poder, XP, benefícios extras nas fichas... qualquer deste itens e muitos outros poderão ser usados como moeda de troca da “felicidade” do grupo.
O advogado de regras surge muito quando temos na mesa aquelas pessoas que tem a certeza de que DM’s e Jogadores são inimigos. A disputa então é inevitável. - Ora, o sujeito ali acha que é o dono do mundo e ainda quer utilizar regras que não existem, para ser mais beneficiado ainda?
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Re: Sessão 1: Piloto

Mensagem por Marcelo Dior em Qua Abr 08, 2009 11:41 pm

É, jogadores já se irritaram comigo por eu usar a lógica dos roteiristas de Jornada nas Estrelas: procuro manter coerência de uma sessão para outra, e de eventos de sessões muito antigas para as mais novas, mas jamais em nome da história (que é o âmago da diversão); se a coerência com eventos passados, com coisas que falei antes, ou mesmo de regras que eu apliquei estragariam a próxima boa história, a história ganha sempre.

Gosto da presença de advogados de regras (bem, de no máximo um) em minhas mesas, em especial DMs do mesmo RPG que estamos jogando, mas apenas se ele esta lá para me ajudar a manter o jogo divertido. Se começa a chatear, corto em dó — ou mesmo muita educação.

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Re: Sessão 1: Piloto

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