Como a Dragão Brasil matou o GURPS

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Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Careca em Qui Out 15, 2009 6:40 pm

Antes de qualquer coisa, este texto não é meu, eu o encontrei em um outro forum, e decidi lançar a discussão por aqui.


Como a Dragão Brasil matou o GURPS no Brasil



Vamos voltar um pouco no tempo, na época que a Dragão Brasil era uma boa revista. Uns chamavam de fanzine de luxo e outros de revista, mas não faz mal. Naqueles bons tempos a revista era receada de matérias interessantes e nela reinavam absolutos alguns sistemas: D&D, AD&D, GURPS e STORYTELLER.

A relação com o GURPS era mesmo uma relação bacana. Não se faziam alusões às complicações de suas regras. Boa parte do material que saia para GURPS era legal: especialmente como robôs positrônicos, supers, ciborgues, monstros e mitos de chutulu, bioarmaduras, pterodracos... Havia até mesmo uma possibilidade de um GURPS nacional: A Espada da Galáxia, baseado num romance homônimo escrito pelo editor da revista na época.

Propagandas mil, anúncios, notas de produção, enfim, criou-se um verdadeiro frenesi pela espera do GURPS EdG. Sucessivos atrasos, alfinetadas e finalmente a notícia: o trabalho do editor não era bom o bastante para virar um GURPS de verdade. O GURPS EdG foi engavetado e anos mais tarde solto na rede na forma de um blocão de rascunho. No mês seguinte já dava para ver a mudança do foco da revista: “reinos subaquáticos? Vocês não tem mais o que inventar”, “Gurps warriors? Picaretagem”, “O Gurps é muito complicado para rolar um jogo de matrix”...

Então surgiu Defensores de Tóquio. ERA engraçado. Um sisteminha pra jogar numa tarde sem ter o quê fazer. Desprentecioso, apenas uma piada com o gênero. Deve ter vendido como água e ai a ganância começou.

Veio o Defesores de Tóquio 2 - A Esculhambação (subtitulo original). Dei uma olhada e não comprei. Pra quê comprar? Não trazia nada de novo e o legal do primeiro foi a idéia, apenas a idéia.

Ai realmente veio a esculhambação com eles querendo fazer desse folhetim um GURPS! Foi o cúmulo, mas era barato num mercado onde a realidade é o jogador mal ter dinheiro pra um lanche. Além disso, o monopólio da DB junto com uma nova leva de jogadores inexperientes fizeram o marketing. Foi nesta mesma época que começaram a rarear as matérias para GURS e que ele começou a ficar, de repente, muito complicado e cheio de regras.

Bem a história é essa. Como um produto mal acabado e um editor invejoso, munido de uma poderosa mídia deram cabo, ou quase, de um dos maiores e mais duradouros sistemas de RPG do mundo.
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Careca em Qui Out 15, 2009 7:02 pm

Desculpem a postagem dupla, mas era pra expressar a minha opinião sem ficar mto superlotado o primeiro post.

Eu concordo em partes com o texto. Não acho que foi por causa da recusa do cassaro com seu texto sobre o Espada da Galaxia, e sim por causa do 3D&T. Eles pintavam o jogo como genérico e simples, para servir como porta de entrada para o mundo dos RPGs, mas a verdade é que fica difícil pra uma revista defender seu principal "rival", não é mesmo?

Sem contar que, o GURPS nem é um dos sistemas mais jogados dos estados unidos. Ele foi muito popular aqui até mesmo por falta de opção, também por ser bem feito e genérico, apesar de ter um grande problema estrutural editorial aqui no Brasil: Não tinha como trazer todo o material de fora pra cá, o que arrebentava com o GURPS, ja que a grande cartada dele era essa.

Outro problema é que o pessoal começou a querer sistemas cada vez mais simples ou dinâmicos, o que fez com o que o GURPS fosse jogado em baixo do tapete. E vendo a última edição dele, posso afirmar mesmo conhecendo patavinas de gurps que ele é um sistema que se nega a evoluir
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Douglas Knupp em Qui Out 15, 2009 9:04 pm

Pois é meu camarada...GURPS no Brasil não significa mais nada, a não ser por aqueles que como eu e mais alguns poucos por aí, se negam a se submeter aos jogos sem interpretação onde o mais importante é o poder e os níveis...

Infelizmente, como vc mencionou, porém com outras palavras, é mais lucrativo desenvolver um sistema pobre de regras e de interpretação e isso se tornou muito comum gráças à própria divulgação que a DB tinha na época...

Outro ponto marcante nesta questão foi a grande propaganda orquestrada pela DB em que o GURPS seria um jogo complicadíssimo e de regras desnecessariamente ridículas...o pior foi que os jogadores de RPG, sem nem mesmo conhecer acreditaram nisso.

Eu mestro/jogo GURPS à apenas 12 anos, mas nunca perdi tempo com regras, coisa que vejo frequentemente no grupo de D&D daqui do bairro...Jogam com centenas de livros e perdem horas durante o jogo discutindo-as.

Putz, e o GURPS que é complicado...
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Alexandre Fnord em Sex Out 16, 2009 6:57 pm

Em primeiro lugar, temos que ter cuidado para não começarmos um debate se o sistema é melhor ou pior que o outro.

Vamos lá. Jogo GURPS há 9 anos e sinceramente, nunca o achei complicado [mesmo quando o aprendi. E olha que eu jogava AD&D, que também era bem simples].
Quem não conhece GURPS realmente vai achar ele complicado, se levar em consideração as palavras encontradas pela internet e na finada DB, mas quem já jogou com um mestre que conheça as regras, vai poder confirmar que não existem complicações em se jogar GURPS.
Uma grande parte do livro é composto de regras opicionais. Existe nas primeiras páginas do livro uma sequência de capítulos que o leitor deve ler e conhecer antes de poder jogar GURPS sem precisar de mais nada. Todo o resto do livro, não citado nessa sequência, é opicional.
Já me perguntaram: Por que ter tantas regras opcionais? Ele é um sistema genérico, onde você joga aventuras em quaisquer ambientações e cenários. Nada mais justo que você ter regras simples para cenários simples, e regras detalhadas para campanhas detalhadas.

3D&T foi o sistema mais simples que eu conheci, mas nem nele o mestre que narrou para mim, usou todas as regras.

Douglas, você já leu algo sobre a Iniciativa GURPS?
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Marcelo Dior em Sex Out 16, 2009 7:27 pm

Careca, qual a fonte do primeiro texto?

Alexandre Fnord escreveu:Uma grande parte do livro é composto de regras opicionais. Existe nas primeiras páginas do livro uma sequência de capítulos que o leitor deve ler e conhecer antes de poder jogar GURPS sem precisar de mais nada. Todo o resto do livro, não citado nessa sequência, é opicional.
Essa foi a sacada mágica do GURPS. Comecei a jogar o jogo pouco depois do D&D da Grow, ainda com 14 anos. Durante aquele ano, de fato, jogamos mais GURPS que D&D, porque dava para fazer tudo com o GURPS. Tudo.

Infelizmente no Brasil, como já foi dito, a Devir não dava conta da publicação, o mercado aqui é menor, blá blá blá, pititi pototó. E o sistema do Steve Jackson naufragou e hoje sobrevive nas mesas dos mais aficcionados, sem propaganda, sem estímulo e, principalmente, sem uma nova edição. Nos próprios EUA o GURPS passou por uma revisão. Ainda é GURPS, mas está em sua merecida 4ª edição, considerada atual o suficiente para uma 5ª edição não estar nem no horizonte. Sem um sistema genérico que me proporcionasse jogar em qualquer ambientação e, mais importante, com qualquer nível de realismo (dos socos que jogam longe e das quedas de vários andares no toldo da vendinha ao tomou-tiro-morreu), recorri no começo do ano ao Savage Worlds. É um sistema genérico e, apesar de bem diferente do GURPS, praticamente esqueci-me deste.

Mas eu acho que um dia, quando estiver sobrando bastante dinheiro, eu acabo comprando a 4ª edição norte-americana.

Sobre a Dragão Brasil, eu até gostava dela começo, quando era moleque, e o Defensores de Tóquio (tanto o 1 quando o 2) eram muito engraçados, especialmente para ler (e acho que a segunda edição só saiu para mudar as piadas). Quando da revista mudou de formato para se misturar com os gibis, e especialmente quando se limitava a adaptar o filme-modinha do momento, parei de ler e joguei toda a coleção fora. Depois ouvi histórias horripilantes sobre a personalidade do Marcelo Cassaro; não sei se são verdadeiras, ou o quanto são, mas algumas parecem ser corroboradas por coisas que me lembro do tempo em que a Dragão Brasil era boa.

Mas será que era mesmo? Quero dizer, eu lia a DB na adolescência. Será que hoje, com quase 30 anos, eu a toleraria?

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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Alexandre Fnord em Sex Out 16, 2009 7:38 pm

cimmerian escreveu:Mas será que era mesmo? Quero dizer, eu lia a DB na adolescência. Será que hoje, com quase 30 anos, eu a toleraria?

Você encontra a resposta bem fácil. Voce compra a Dragon Slayer?

Eu não compro, nem leio, por que ela não tem nada que me interesse. Infelizmente.
Ela trata de dois sistemas que não me chamam a atenção. É o mesmo que reclamar do Globo Esporte por ele falar quase só de futebol [deveria ser Futebol na Globo, ou algo do tipo, concordam?!]. A DS deveria falar mais de RPG em geral e deixar a postura de falar só sobre o que interessa aos editores.

Minha opinião...
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Careca em Sex Out 16, 2009 8:49 pm

cimmerian escreveu:Careca, qual a fonte do primeiro texto?
Eu encontrei na net, no forum do 55chan. Achei bem interessante levantar a discussão sobre o poder e a qualidade da Dragão

Alexandre Fnord escreveu:A DS deveria falar mais de RPG em geral e deixar a postura de falar só sobre o que interessa aos editores.

A proposta da DS é ser uma revista especializada em D20 e D&D3.5. Tanto é que com o surgimento da 4E (e a queimação de filme igual à de gurps), Cassaro vai lançar o Tormenta RPG, que é uma cópia inspirado em Pathfinder RPG.
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Alexandre Fnord em Sex Out 16, 2009 8:58 pm

Na verdade a DS não "deveria" falar mais de RPG, ela "poderia". Assim o público alvo seria maior. Mas ele e os editores, devem estar contentes com os números de vendas.
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Marcelo Dior em Sex Out 16, 2009 9:32 pm

Desde que o gibi do Conan da Darkhorse se encerrou, eu não vou mais à banca de jornais.

Nem sabia dos assuntos principais da Dragon Slayer, achava que era uma revista de RPG genérica — de fato, só fiquei sabendo de sua existência numa entrevista que a nova direção da Dragão Brasil cedeu, em que foi dito que a equipe original tinha criado a revista (aparentemente o nome da Dragon Slayer é um trocadilho de mal gosto, sugerindo que eles pretendiam matar a Dragão Brasil).

Acho que devo ter visto a capa dela uma única vez, porque o cara da banca que eu freqüentava a colocava junto aos mangás; uma revista falando de Homem-Aranha mangá me chamou atenção, e vi uma Dragon Slayer do lado.

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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Cuthalion em Sex Out 16, 2009 11:11 pm

Cara hoje cedo tinha feito um post enorme, mas o fórum entrou em manutenção e eu perdi tudo o que tinha escrito. Vou tentar lembrar o que escrevi e compartilhar com vcs.

Considerando a postura adotada pelos editores da revista, fica dificil descredibilizar o fato narrado e não considerar que eles realmente se "voltaram" contra o sistema por puro capricho, mas o ponto não é esse ao meu ver.

Nos, de forma geral, temos por hábito tomar por verdade aquilo que é massificado em nossas mentes, quem não lembra da piada tantas vezes repetida "só existem três jogadores de Trinity no Brasil"? - Por um acaso seriam o Netão, Marcelo e o Rodolfo?
É fato, infelizmente, que por ser a única revista com circulação tão ampla voltada para o gênero RPGístico, era formadora de opinião, e como conseqüência das falácias por ela espalhadas, hoje o que mais encontro na rua, ao dizer que jogo GURPS - jogo e mestro a mais ou menos uns 11 anos, e um dos meus grupos é o do Douglas por acaso rs - são jogadores que nunca sequer tiveram contato com o sistema e sempre se valem do exemplo: "ah! mas tem regra até pra cavar buraco", para falar mal do mesmo. Pré conceito!

Meu primeiro contato com o sistema, foi para uma ambientação de SUPERS, eu nunca sequer tinha pego os livros em mãos e não tive o menor problema para fazer minha personagem, ou mesmo para jogar. Regras básicas simples, resolução de batalhas simples, mobilidade, liberdade, adaptabilidade. Então pergunto, onde está de fato o problema? Ao meu ver, no mesmo lugar de tantos outros, pré conceito formado a partir de reprodução da fala de terceiros.

GURPS é perfeito? Longe disto, mas convido meus amigos que torcem o nariz a ao menos conhecer o sistema, antes de falar "Nunca joguei mas a DB disse q é complicado e tem regra demais". Como o Fnord bem falou, regras OPICIONAIS para um sistema que se propõe a ser genérico. Seria um tanto estranho querer ser genérico deixando os mestres e jogadores sem suporte não?

No fim das contas, penso que o sistema pouco importa, ele é apenas uma ferramenta. O foco deveria ser a Interpretação não?
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Renato de Recife em Sab Out 17, 2009 5:20 am

Eu não acho que a Dragão Brasil tenha acabado com o GURPS, pelo menos não sozinha, acho que ela divide esse mérito com a Devir e (desculpe se vou ofender alguém, o que provavelmente vou) com os próprios Jogadores e GMs do sistema.

Só joguei GURPS 3 vezes, uma aventura de Cyberpunk, uma de Horror e uma de Fantasia.

A aventura de Cyberpunk foi em um encontro e as de Horror e Fantasia foram com grupos já formados, nos 3 casos eu era o único novato em GURPS, tenho vários livros de GURPS e adoro lê-los pelas dicas de ambientação, criação de personagem e de campanha, mas nunca parei para ler os capítulos de regras.

Pois bem, as 3 aventuras foram no mínimo traumáticas, até começar o combate as aventuras foram legais, mas quando as cenas de combate começavam era uma tortura, cada personagem levava no mínimo 20 minutos para fazer sua ação, não porque estava pensando ou planejando, mas porque estava discutindo com o mestre se o ataque tinha -1 ou -2 ou alguma outra besteira do tipo e se o GM disesse que o que valia era a palavra dele acho que aí é que a discussão ficava mais acalourada.

Eu adoro GURPS como fonte de referência, já li umas 2 vezes o GURPS Horror que comprei do Marcelo como preparação para a crônica de Mundo das Trevas que estou criando.

Mas para jogar ou mestrar, nem pensar, e conheço vários jogadores que já passaram por essa situação.

Existe muito preconceito contra o GURPS, mas quando os jogadores e GMs têm a oportunidade de provar que essas ideias pré-concebidas estão erradas, eles apenas as reforçam.
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Tsu em Sab Out 17, 2009 5:41 am

Creio q o texto original é do Lote do Betão.

"até começar o combate as aventuras foram legais, mas quando as cenas de combate começavam era uma tortura, cada personagem levava no mínimo 20 minutos para fazer sua ação, não porque estava pensando ou planejando, mas porque estava discutindo com o mestre se o ataque tinha -1 ou -2 ou alguma outra besteira do tipo e se o GM disesse que o que valia era a palavra dele acho que aí é que a discussão ficava mais acalourada".
Isso acontecia bastante comigo. Essas discussões sobre regra no jogo. Mas isso é pq eu tinha um advogado de regras muito chato. Qdo surge esses caras o lance é não dar trela. Começou com nhenhenhém, o personagem ficou indeciso falando com deus e perdeu o turno.
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Cuthalion em Sab Out 17, 2009 6:24 am

Renato, realmente tenho que concordar com você fazendo o pequeno acréscimo "mestres e jogadores ruins", pois tenho a mesma implicância com Shadouwrun e é devido a péssima experiencia que tive no sistema, graças a um mestre muito tendencioso e favorecer um jogador especifico. Não domino as regras, mas fiquei com a sensação de que elas são ruins, por esse mesmo motivo.

E também concordo com o Tsu, jogador que fica indeciso perde a ação. E nesse ponto sou carrasco mesmo, se um jogador está empatando a diversão dos demais faço questão de deixar bem claro para ele que as atitudes dele não estão agradando.


Última edição por Cuthalion em Sab Out 17, 2009 7:31 am, editado 1 vez(es)
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Alexandre Fnord em Sab Out 17, 2009 7:25 am

Renato. Como todos devemos concordar, o Cuthalion fez uma observação que serve, não só para GURPS, mas para qualquer sistema.
Mestres e jogadores ruins.

Eu jogo Gurps já há alguns anos, tenho como hobby mestrar para iniciantes, fazê-los conhecer o RPG e depois que cada um busque o que mais lhe interessa. De todos que já começaram comigo, nenhum teve algum problema com o sistema de Gurps.

Imagina você pegar um grupo de 4 caras de 15 anos, pegar 4 personagens de D&D no 15° nível [por exemplo] e entregar para um mestre que não conhece direito as regras. Você acha que os novatos vão gostar da sessão? Eu duvido que gostem.
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Renato de Recife em Sab Out 17, 2009 8:10 am

Ok, aceito o acréscimo dos mestres e jogadores ruins.

Devo ter tido muito azar mesmo Furioso
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Careca em Sab Out 17, 2009 8:48 am

Qualquer sistema fica ruim diante de mestres ou jogadores ruins. Principalmente 3D&T! Innocent
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por BIG em Sab Out 17, 2009 9:32 am

meus 2 cents:

Como todo jogador iniciante na década de 90, tive contato com o GURPS, por ser um dos poucos sistemas traduzidos na época. Pra mim, ele não é melhor ou pior que quaisquer outros sistema. Usei muito o GURPS quando eu queria jogar outra coisa que não fosse D&D/AD&D, e ele me serviu muito bem. Até hoje eu brinco com o lance que ele tem regra "até pra cavar buraco", mas quando eu falo isso, não é pra menosprezar. É pra mostrar que ele PODE ter regra pra qualquer coisa.

Eu desisti faz tempo de jogos "simulacionistas" (leia-se GURPS, 3.0 e 3.5), minha idade e tempo não me permite mais esse luxo. Cheguei a pensar em jogar HERO QUEST, olha só! Por causa da simplicidade... e então, eu que odiava a 4E, percebi que era ali o meu lugar...

Note que eu não quero dizer que a 4E é melhor que GURPS; Quis dizer que eu não trocaria a 4E por GURPS, devido ao momento da minha vida que eu vivo agora, com pouco tempo livre. Mas se eu tivesse mais tempo e alguém me chamasse para jogar Cyberpunk ou Supers... é claro que eu iria! Very Happy

Dragão Brasil: Comprei mais de oitenta edições dessa revista, desde a 1ª de outubro de 1994, e só depois disso foi que eu percebi que o Cassaro é um tremendo de um $¨%#%¨@#&¨!@...

(Mas o maldito escreve bem, isso eu não posso negar...)
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Brenno em Sab Out 17, 2009 9:40 pm

Particularmente não acredito muito nessas teorias nem sou partidário de um ou outro representante do rpg nacional, por isso mesmo creio noutras hipóteses.

Concordo com Renato do Recife e os outros sobre o GURPS não ser exatamente simples. Lembro de meus primórdios no rpg com Rolemaster e MERPS que traziam um pouco essa "inerência" de um conjunto de regras que juntas formavam um sistema bem intrincado. Mesmo boa parte das regras sendo opcionais ha um certo pressuposto de obrigatoriedade no uso de boa parte.

Para mim o GURPS teve um bom começo por ser o primeiro e depois perdeu espaço mais por conta da entrada de outros sistemas consagrados ja conhecidos de veteranos (como d&d e wod). Não esqueçamos que o d&d teve uma forte propaganda pelas mãos da Abril e que o o wod trouxe novo gas ao hobby com uma nova abordagem (dita como sendo mais "adulta").

Mesmo assim, também considero seus suplementos otimas referências para diversos gêneros e rende boa leitura e idéias para jogos, sem contar que uso muitos de seus nomes de pcs e npcs para meus jogos.
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Arquimago em Dom Out 18, 2009 12:07 pm

Conheci GURPS graças ao Trevas da Daemon, na pagina inicial falava da "historia do RPG" e lá estava "GURPS" achei que ia precisa do livro e achei em Bauru na época que existia da forbbiden planet.

Li o livro, mas pulei o capitulo de combate avançado, tinha sim muita coisa, mas eu não achei nada muito complicado, mas acho que era muito cru para mestrar direito para meus amigos, e também o sacana do grupo que pediu emprestado leu mal lido, e achar ruim só porque o livro era grande e a coisa não andou (ele tinha muita influencia por conhecer os caras desde a infância e eu era o amigo dele, que apresentou o jogo ao ser que me deixou uns meses procurando grupo enquanto ele já tinha e falava que não tinha)...

Bem o que quero dizer é que me parece um bom sistema, só tenho uma duvida já que se joga para baixo, em teoria dá para nunca falhar em um teste especifico.

O que se for ver pode acontecer mesmo, é só o cara ser muito bom.

O SW também se for ver, com um d8 já fica fácil sempre obter sucesso com a dificuldade 4.

Alguma consideração sobre isso?

Alguém jogou mesmo a 4 Ed? Eu só vi o fast paly que saiu na DB quando ela estava com editores novos, só não lembro qual equipe. Achei muito bom, mas quase não joguei e talvez não jogue...

Já pensei varias vezes em comprar a 4ed, mas importar sai caro, na saraiva está 124 UM dos livros básicos. Marcelo (digo qualquer um que queria e conheça os dois sistemas) você que quer e conhece o SW poderia fazer um paralelo entre os dois sistemas?

Nada de qual é melhor, o que cada um tem.

(Comprei todos os livros (tirando supers que não achei e o psiquismo que era regra (eu acho) e na época ia sair a 4ed e não conhecia a Devir sacana, só a Devir)) do GURPS que saíram no Brasil estão aqui li alguns e realmente são boas referencias! E já me peguei 4 vezes para comprar os livros novos, mas não sei se o faço alguém sabe como é questão de poderes na edição nova? São poderes prontos como na 3ed, ou módulos como no M&M?

A DB matou o GURPS? (Pode ser, mas como dito foi mesmo a Devir que tem esse mérito, comprei até a ultima DB, ela estava meio ruim das pernas mesmo, e valeu à pena, as últimas edições foram boas e consegui o GURPS fast paly;). Comprei e compro a DS (não desde o começo) porque jogo M&M e tem matérias genéricas muito boas, mas elas não são do trio, e pulo as coisas de tormenta. Ela é tendenciosa? Só fala de d20? Sim e Sim, mas toda publicação é tendenciosa, ela ao menos admite.
Desculpe o texto meio confuso, mas fui escrevendo conforme vinham as cosias a mente, para mim é o sistema que adorei, mas não deu certo, assim como aquela garota que você sabe que ia ter a vida perfeita (na media do rela, claro), mas o destino não permitiu que ficassem juntos...

Rola um podcast sobre GURPS? Eu sei o ZBquest fez um, mas não consegui entender muita coisa que falavam... Whistling :banghead:

(eba carinhas novas!)

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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Careca em Dom Out 18, 2009 8:59 pm

Eu abri esse tópico em grande parte pelo certo "medo" que tenho de que a Dragonslayer acabe "destruindo" a 4E. Pq até agora eles só falaram mal, e chegaram ao ponto de tornar tormenta uma cópia do Pathfinder.

A premissa básica de Gurps é bem simples, e acredito que qualquer um pode entender sem problemas a maior parte das regras. Só vejo como problema mesmo a parte da criação de personagens.
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Marcelo Dior em Dom Out 18, 2009 10:15 pm

Careca escreveu:Eu abri esse tópico em grande parte pelo certo "medo" que tenho de que a Dragonslayer acabe "destruindo" a 4E. Pq até agora eles só falaram mal, e chegaram ao ponto de tornar tormenta uma cópia do Pathfinder.
Você teme que a formiga mate o elefante? Doido

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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Alexandre Fnord em Seg Out 19, 2009 4:22 am

Arquimago escreveu:Bem o que quero dizer é que me parece um bom sistema, só tenho uma duvida já que se joga para baixo, em teoria dá para nunca falhar em um teste especifico.

O que se for ver pode acontecer mesmo, é só o cara ser muito bom.

O SW também se for ver, com um d8 já fica fácil sempre obter sucesso com a dificuldade 4.

Alguma consideração sobre isso?

Sinceramente, não entendi o que você quis dizer. Parece que você fala dos NH's [níveis de habilidades] e se for, existe chances de errar como em qualquer outro RPG.

Arquimago escreveu:Comprei e compro a DS (não desde o começo) porque jogo M&M e tem matérias genéricas muito boas, mas elas não são do trio, e pulo as coisas de tormenta. Ela é tendenciosa? Só fala de d20? Sim e Sim, mas toda publicação é tendenciosa, ela ao menos admite.

Arquimago, o "Trio" não existe mais. Eles estão separados já há algum tempo, mas mesmo eles não estando trabalhando juntos, ainda têm força nas decisões tomadas na revista. Recentemente parece que a DS começou a usar também em algumas matérias o 3D&T. Alguém acha que se a revista não tivesse dedo do Cassaro, esse sistema teria sido mesmo escolhido?
A questão da revista ser tendenciosa nunca foi questionada. O que me incomoda nela e faz com que eu não compre, é ela ser especializada. Acho que no mercado não tão grande que temos, eles alcançariam um público muito maior se os editores da revista não fossem cabeças-duras e aceitassem tratar de todos os sistemas e não só daqueles que eles gostam.

cimmerian escreveu:Você teme que a formiga mate o elefante? Doido

Matar é claro que não, mas se perguntar para os fãs da revista, creio que poucos tenham comprado a 4E. Não mata, mas atrapalha.
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Careca em Seg Out 19, 2009 5:41 am

cimmerian escreveu:
Careca escreveu:Eu abri esse tópico em grande parte pelo certo "medo" que tenho de que a Dragonslayer acabe "destruindo" a 4E. Pq até agora eles só falaram mal, e chegaram ao ponto de tornar tormenta uma cópia do Pathfinder.
Você teme que a formiga mate o elefante? Doido

O mercado de RPG no Brasil já é pequeno, e por mais que não possa parecer, grande parte dele é fruto da Dragonslayer (especialmente os novos jogadores - Pós-3D&T). Uma influencia negativa da DS pode atrapalhar E MUITO as vendas do sistema aqui e acabar com o sistema mesmo.

Por mais que existam jogadores que amam o 4E, odeiam o Trio Tormenta e o baralho a quatro, estes são uma parte realmente menor do mercado(embora não tão menos influente)
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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Dreamer em Seg Out 19, 2009 8:53 am

Eu tenho um jogador, Akatsu conhece (o Eric).

Que simplesmente se RECUSA a jogar D&D 4e (ou qualquer outra edicao de D&D) pq quando mais inexperientes líamos comentários da mesma DB sobre AD&D e D&Dzinho dizendo barbaridades sobre complicações de classes de armaduiras e Saving throws. coisas do gênero. Na epoca nao entendíamos o TAC0, e descobrimos Gurps. (Na verdade tinhamos CRIADO nosso próprio Gurps que evoluiu do sistema os livros-jogos e daquele Dungeoneer).
Fato é que, jogando esse sistema nossa (o ERAS) nós saímos de todo a linha comercial de RPG.. não CONSCIENTEMENTE, mas achávamos D&D uma M e, acredito que, muito influenciado pela UNICA literatura de RPG que conseguíamos, começamos a achar Gurps uma M igual, e StoryteLLER não era abrangente o suficiente...
Quanta ingenuidade...
Mandei mais de uma vez material sobre o nosso sistema para a editora, mas há de se convir que jamais seria publicado nada... na época, garoto ainda, eu acreditava que conseguiria algum espaço editorial no mercado.
Por fim, o sistema passou a servir só para a diversão de amigos... (Akatsu o conhece bem por alto, jogou algumas vezes)

Enfim, a publicação influenciou sim, meu pensamento sobre RPG à época até que percebi que o mundo era preto e branco, que na verdade eles trabalhavam no próprio sistema, na otakulização do RPG. Lançaram um quadrinho que vendeu muito bem (mas, desculpem, pra mim era uma grandiosa M, pois foi nesse momento que eles tentaram me vender algo que eu conhecia, havia estudado e ENTENDIA). Eles trabalhavam para fomentar a própria grana e só. A parte da grana é justa a parte do só é escrota.
Enquanto se trabalha no que ama pra fazer dinheiro é LOUVÁVEL. Quando você tenta criar um rebanho de seguidores, moldando opniões através de seu poder de mídia pelo simples motivo de controlar um mercado, se desfazendo de coisas que tem seus valores... quando muda de opnião para o lado que parece mais rentável????

Infelizmente eu poderia ter jogado mais gurps, D&D e jogado Vampire antes de virar comunidade EMO (Very Happy)

Tem mais. Fomentar o mercado massivamente com um sistema MERDA é PIOR do que falar mal dos outros é mostrar uma tremenda incompetência, pois nem pra COPIAR conseguiram fazer bem...
E ainda com uma ambientação bundinha pra cacete, um mundinho bobo, infantil, cheio de contradições.....

e ae já começa a ser pessoal, pois, eu Criei uma história, um livro editado em peq tiragem chamado os Cavaleiros da Luz. Bobo encaminhei para editoras, e 4 meses depois vi um suplemento da DB chamado Cavaleiros da Luz... mudado, levemente alterado, mas lá estava Arthur, A ordem mística e tudo o mais...

Enfim... nem queria entrar nesse assunto, mas não fui eu que comecei...

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Re: Como a Dragão Brasil matou o GURPS

Mensagem por Renato de Recife em Seg Out 19, 2009 9:39 am

Eu discordo que a Dragonslayer tenha tanta influência assim, a Dragão Brasil nos anos 90 e começo da década de 2000 realmente era uma formadora de opiniões, mas hoje em dia com as dezenas de blogs de RPG a situação mudou.

Uma pessoa que não tem condições de ter internet em casa ou pelo menos de usar uma Lan House com uma certa regularidade, não vai ter dinheiro para comprar nenhum livro básico de RPG, então não faz diferença nenhuma para o mercado.

O pessoal que compra a Dragonslayer é o pessoal que joga em Tormenta desde a época da Dragão Brasil, aquela revista não atrai público novo para o RPG, é cara demais, poucas páginas e pouco material que realmente tem utilidade na mesa de jogo.
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